Carga Fracionada
SLA de entrega B2B: checklist para D+1 a D+4
Checklist operacional para Head de Supply Chain sair do rodoviário de 8 a 10 dias e garantir SLA D+1 a D+4 em carga fracionada interestadual.
Você fecha o planejamento de expedição na segunda-feira, emite a NF e passa o embarque para a transportadora. Cinco dias depois, o cliente liga perguntando onde está a carga. Você rastreia, descobre que o volume ainda está num CTC aguardando consolidação, e precisa ligar para o cliente com uma data nova que você mesmo não tem certeza de cumprir. Se essa cena é familiar, você já sabe o custo real do rodoviário tradicional: não é só o frete, é o tempo da equipe, a multa contratual e o cliente que começa a olhar para o concorrente.
Resposta direta: Para sair do transit time de 8 a 10 dias e operar com SLA D+1 a D+4 em carga fracionada interestadual, você precisa de três coisas simultâneas: um modal com horário fixo de saída (não consolidação por demanda), rastreamento com evento em tempo real integrado ao seu ERP, e um contrato com SLA escrito, não só prometido em e-mail. Sem esses três pilares, qualquer redução de prazo é eventual, não estrutural.
Por que o rodoviário tradicional não entrega previsibilidade?
O problema central do rodoviário de carga fracionada convencional não é a velocidade do caminhão. É a lógica de consolidação: o volume só sai quando o veículo está cheio o suficiente para compensar o custo do deslocamento. Dependendo da rota e do volume médio da praça, isso pode significar espera de 2, 3 ou até 4 dias antes da primeira movimentação. O transit time real não é o tempo de rota, é o tempo de rota mais o tempo de espera no galpão.
Soma-se a isso a ausência de horário fixo. No rodoviário tradicional, "saída toda terça e quinta" na prática vira "saída quando o caminhão fechar". Para o Head de Supply Chain, isso torna impossível prometer uma data de entrega no momento do pedido. Você trabalha com janelas largas porque não tem outra opção. E janela larga em B2B é sinônimo de planejamento de estoque maior, capital de giro imobilizado e cliente insatisfeito.
O que muda com horário fixo e malha multimodal?
Aqui entra o ponto que muda tudo. A m