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Abralog convoca associados para contribuir com revisão do piso mínimo do frete rodoviário

Abralog solicita dados técnicos e relatos operacionais dos associados para subsidiar posicionamento na revisão do piso mínimo do frete rodoviário em consulta pú

Capa: Abralog convoca associados para contribuir com revisão do piso mínimo do frete rodoviário

Abralog · 19/08/2026 · Leia a materia original

A Associação Brasileira de Logística convocou seus associados a enviar dados técnicos e relatos de operação para subsidiar a posição da entidade junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres, ANTT, que está realizando consulta pública sobre a revisão do piso mínimo do transporte rodoviário de cargas.

Comentario do Kargu

Essa noticia diz respeito direto ao seu custo de frete, embarcador. A revisão do piso mínimo afeta quanto você vai pagar por quilometro rodado nas rotas médias e longas que sustentam sua operação B2B interestadual. Se o piso sobe sem justificativa de custo real, seus SLAs de fracionado ficam mais caros e o aéreo fica relativamente mais atrativo mesmo com transit time D+1. Se desce ou fica congelado, viações com margem apertada deixam de investir em previsibilidade e integração via API, e você continua preso aos 8 a 10 dias do rodoviário tradicional.

O problema é que a consulta pública da ANTT precisa de dados operacionais honestos: quanto custa rodar um ônibus interestadual com bagageiro aproveitado para fracionado, qual é o SLA real D+2 ou D+3, quanto é o CAPEX zero para viações que já têm a malha rodando. Se os dados que chegam à ANTT vêm só de transportadoras reclamando de diesel caro sem mostrar a oportunidade de monetizar capacidade ociosa, o piso fica desconectado da realidade de quem consegue entregar D+4 em 5.500 cidades por menos. Você fica mais caro, e soluções multimodais com horário fixo e ESG ficam artificialmente penalizadas.

Acompanhe a consulta. Se você embarca com frete interestadual em volume recorrente, seus dados importam nessa conversa.